terça-feira, julho 14, 2009

Os 22 Arcanos Maiores do Tarô Mitológico


1. Hermes. Diego Velázquez, Mercúrio e Argos, 1659.



2. Perséfone. Niccolò dell' Abbate, O rapto de Perséfone, c. 1570. Óleo sobre tela, 196 x 220 cm, Museu do Louvre, Paris.



3. Deméter. Frederic Leighton, O retorno de Perséfone, 1891.



4. Zeus. Jean Auguste Dominique Ingres, Júpiter e Tétis, 1811. Óleo sobre tela, 327 x 260 cm, Museu Granet de Aix-en-Provence.



5. Quíron. Pierre Puget, A educação de Aquiles por Quíron, c. 1690. Óleo sobre tela, Museu de Belas Artes, Marselha.



6. Paris. Lucas Cranach, o velho, O julgamento de Paris, c. 1528. Óleo sobre madeira, 101,9 x 71,1 cm, MoMa, Nova Iorque.



7. Ares. Jacques-Louis David, O combate de Marte e Minerva, 1771. Óleo sobre tela, 146 x 181 cm, Museu do Louvre, Paris.



8. Atená. Gustav Klimt, Palas Atenas, 1898. Óleo sobre tela, 75 x 75 cm, Historisches Museum, Viena.



9. Cronos. Francisco Goya, Saturno devorando um de seus filhos, 1819-23. Plaster mounted on canvas, 146 x 83 cm, Museu do Prado, Madri.



10. As Parcas. O triunfo da morte ou as três Parcas, 1510-1520. Tapeçaria flamenca, Bruxelas.



11. Hércules. Antônio Polaiuolo, Hércules e a Hidra, 1403. 18 x 12 cm, Galleria degli Uffizi, Florença.



12. Prometeu. Dirck van Babuen, Prometeu sendo acorrentado por Vulcano, 1623. Óleo sobre tela, 202 x 184 cm, Rijksmuseum, Amsterdã.



13. Tânatos. Hans Baldung Grien, A morte e a donzela, 1518-20.



14. Íris. Pierre-Narcisse Guérin, Morfeu e Íris, 1811. Óleo sobre tela, 251 x 178 cm, The Hermitage, São Petersburgo.



15. Pã. Nicolas Poussin, O triunfo de Pã, 1636. Óleo sobe tela, 134 x 145 cm, National Gallery, Londres.



16. A Torre. Pieter Bruegel, o velho, A torre de Babel, 1563. Óleo sobre painel de carvalho, 114 x 155 cm, Kunsthistorischesmuseu, Viena



17. Pandora. Odilon Redon, Pandora, 1910.



18. Hécate. William Blake, Hécate, 1795.



19. Apolo. Giovanni Battista Tiepolo, Apolo e os continentes (detalhe), 1732-33. Afresco, Würzburg.



20. O Julgamento. Fra Angelico, Tríptico: o juízo final, c. 1450, 103 x 65 cm (central), Staatliche Museen, Berlim.



21. Baco. Diego Rodriguez Velázquez, O triunfo de Baco, c. 1629. Óleo sobre tela, 165 x 225 cm, Museu do Prado, Madri.



22. O Mundo. Hieronymus Bosch, O jardim das delícias terrenas (painel central), c. 1500. Óleo sobre painel, 220 x 195 cm, Museu do Prado, Madri.

sexta-feira, julho 10, 2009

Os 5 sentidos, por Jan Brueghel, 1618


Jan Brueghel, O sentido da audição, 1618.


Jan Brueghel, O sentido da visão, 1618.


Jan Brueghel, O sentido do olfato, 1618.


Jan Brueghel, O sentido do paladar, 1618.


Jan Brueghel, O sentido do tato, 1618.


Jan Brueghel, Os sentidos da audição, tato e paladar, 1618.
Óleo sobre painel, Museu do Prado, Madri.

quinta-feira, julho 09, 2009

Melancolia


Pieter Codde, Jovem em seu estudo: Melancolia, 1630.

segunda-feira, julho 06, 2009

Paisagem


Caspar David Friedrich, Amanhecer nas montanhas, 1822-23.

"Pode soar impertinente, mas diria que aquilo que pertence à cultura alemã eu trouxe comigo para a América. O que não podia trazer e por essa razão sempre vou de bom grado à Alemanha, por pouco tempo, é justamente a paisagem."

Herbert Marcuse. "Herbert Marcuse -- vida e obra," in: LOUREIRO, Isabel (org.) A grande recusa hoje. Petrópolis: Vozes, 1999, p. 14.

terça-feira, junho 16, 2009

O sonho como porta-voz das mensagens divinas


Giotto de Bondone, Cena da vida de Joaquim: o sonho de Joaquim, 1304-06.


Giotto de Bondone, A lenda de São Francisco: o sonho do palácio (detalhe), 1297-99.


Rogier van der Weyden, O sonho do papa Sergius, 1437-40.


Piero della Francesca, O sonho de Constantino, 1455.


Vittore Carpaccio, O sonho de Santa Úrsula, 1495.


Antônio de Pareda, O sonho do cavaleiro, s/d.


Rembrandt, O sonho de José, 1645.


Georges de la Tour, O sonho de São José, 1640.


Luca Giordano, O sonho de Salomão, 1693.


Adam Elsheimer, O sonho de Jacó, s/d.


Giovanni Batista Tiepolo, O sonho de Jacó, 1726-29.

segunda-feira, junho 15, 2009

Bilder Träume { Sonhos em Imagens }


Bilder Träume, Neue Nationalgalerie, 19 de junho a 22 de novembro de 2009, Berlim.


Salvador Dalí, O sonho se aproxima, 1932-33.


Léonor Fini, Duas mulheres, 1939.


Joan Miró, Pássaro na noite, 1946.


Dorothea Tanning, Voltagem, 1942.


Paul Delvaux, O reencontro, 1942.

terça-feira, junho 09, 2009

O sonho de José Saramago

Um sonho
by José Saramago

Nunca vi a pessoa em questão, nunca lhe falei, não tem nem teve jamais lugar no círculo dos meus interesses, quer imediatos quer distantes, e para que tudo fique dito em meia dúzia de palavras, considerando os anos que no passado levei ouvindo ou lendo este nome, nem sequer sei se está vivo. Refiro-me a um editor português, Domingos Barreira, que na noite passada veio visitar-me no meu sono. Aliás, não cheguei a vê-lo e, se o visse, não saberia que cara lhe haveria de pôr. O que ele fez foi enviar-me uma secretária com o recado de que gostaria de encontrar-se comigo para conversarmos sobre coisas passadas. Que coisas passadas fossem elas, ainda estou para sabê-lo, porque, apesar do encontro ter ficado aprazado para o próximo fim-de-semana, não se falou de local. E, como se isso fosse pouco, acordei, e, quando acordei, a secretária não estava ali.


Jean Auguste Dominique Ingres, O sonho de Ossian, 1813.

Agora, que venham os doutores da academia explicar-me este sonho sem causa aparente nem motivo que se perceba. Salvo se se quiser aceitar uma ideia minha, antes lhe chamaria convicção, a de que a doença que há um ano e tal esteve a ponto de levar-me deu uma volta à minha cabeça, desarrumando as memórias e voltando a arrumá-las por outra ordem e poderá ter sido, também ela, a responsável por este insólito sonho. Infelizmente, ficará sem resposta a pergunta: “Porquê?” Paciência, não se pode ter tudo e os doutores da academia têm com certeza mais que fazer que ler esta página.

Para ter acesso ao blog de José Saramago, onde este texto foi publicado em 20/05/2009, clique no título deste post.

segunda-feira, junho 08, 2009

Hannah Höch, das schöne Mädchen


Hannah Höch, Menina bonita, 1919-1920.

sexta-feira, junho 05, 2009

Die Toteninsel, 1880


Arnold Böcklin, A ilha da morte, 1880, 121 x 82 cm, Nationalgalerie, Berlin.

segunda-feira, junho 01, 2009

Franz von Stuck


Franz von Stuck, O guardião do paraíso, 1889.